O tempo do tempo

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“O tempo é mesmo muito engraçadinho, né”, pensamos sempre. Quando a gente acha que ele não se esforça pra se esticar quando estamos fazendo algo gostoso e não dá a mínima pra parecer mais rápido quando temos aquela planilha pra preencher, tenho que admitir agora, estamos equivocados.

 

Deixa eu ver se me explico. Quando você tem milhares de coisas pra fazer, entre reuniões, textos, planejamentos, um montão de cobrança por todos os lados “y más um largo etcetera”, acha que 24 horas no dia é pouco. Não é verdade? Mas isso, querido amigo, é uma injustiça com o coitado do tempo, que está se contorcendo pra fazer as horas serem as mais compridas possíveis, mas mais de 60 minutos em uma hora não faz sentido nenhum, concordam?

 

Agora, quando a sua programação do dia é acordar, tomar café da manhã (sim, é uma atividade, pois naquele outro cenário, este compromisso era facilmente substituído, pelo menos por mim, por alguns minutos a mais de sono), ir à academia, voltar (os trajetos são tarefas muito relevantes), fazer o almoço, almoçar, tomar banho e ir à aula de catalão, que começa às 15h e não levamos mais de 15 minutos caminhando para chegar até lá, aí sim o tempo se vinga da nossa reclamação de sempre e encurta as horas!

 

Teoricamente, se vou dormir meia-noite e meia/uma hora, teria das 07h (mantendo a quantidade de horas que dormia no Brasil no dia-a-dia) às 14h40 (quando tenho que sair de casa aqui pra chegar pontualmente à minha aula de catalão) para fazer tudo isso que falei pra vocês. E não dá tempo!!!!!!! Juro, parece que faço tudo correndo e que o dia foi mega tumultuado quando, na verdade verdadeira, não fiz absolutamente nada! Tudo bem que as sete horas de sono são frequentemente materializadas em 10 ou 11 horas, mas, né, desligar o despertador, virar pro lado e cair no sono de novo aqui é muito mais fácil! Uma grande sacanagem!

 

Não sei também se é como encaramos as coisas. Encarar os descompromissos como compromissos pode resultar nisso – um ‘stress’ completamente desnecessário, confesso. Fato que muita gente deve estar me odiando ao ler este post, pensando que estou reclamando da duração das horas enquanto estão trabalhando e fazendo milagre com os prazos. Concordo [2]. Mas, pensem (da mesma forma, mas ao contrário): talvez se encarássemos os compromissos com mais descompromisso nos sairíamos melhor nos afazeres laborais. rs Numa próxima oportunidade, vou experimentar.


se um dia o entendermos perfeitamente, neste dia a graça do mundo acabaria.

Por May.

 

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  1. hahahahahahaha
    fato.
    e to aqui de prova!!!!
    aliás, que faremos de comida? hahahaha
    porque, claro, cozinhar e comer têm sido tarefas que nos tomam muito tempo também…

  2. Max, desculpa, mas não consegui seguir a sua linha de raciocínio….hahaha Nada a declarar, then.

    Aproveito para dizer que to morrendo de saudade de conversar com você!

    beijos, céu estrelado e muitas cervejas pelas esquinas. ;*

  3. HAHAHAHAH
    morri com o comentário da Flá! eu, ao contrário, te compreendi, chica.

    E concordo com isso: “talvez se encarássemos os compromissos com mais descompromisso nos sairíamos melhor nos afazeres laborais”

    =]

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