O Palavra por aí

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Há mais ou menos um mês, escrevi um texto para o blog da agência de Relações Públicas onde trabalho, a LVBA. Os colaboradores do blog somos nós, os próprios funcionários e o objetivo é que cada um fale sobre algo pessoal… preferencialmente ligado à comunicação e web 2.0. Meu texto foi o último post antes da reformulação do blog, que antes chamava Gestão de Relacionamentos e hoje leva no nome o número da casa onde funciona a agência: 806.

Mas todo esse papo é por conta do assunto do meu post: isso aqui, o Palavra. Nem sei por que não linkei o texto antes… deve ter sido por falta de falta de assunto :) Mas hoje fiquei com vontade de compartilhar aqui no Palavra o que eu ando dizendo sobre ele por aí…

21.05.09

Blog-se!

Quando falamos em nos inserir no mundo interativo web 2.0, são muito recorrentes os conceitos de facilidade, praticidade, simplicidade e por aí vai. Olha, tenho que admitir que essas ferramentas exigem um pouco de carinho e disciplina. Ok, é super fácil você aderir a elas, mas de nada adianta tê-las e não usá-las com a velocidade de informação que merecem. Afinal, são ferramentas de relacionamento e, portanto, demandam dinamismo. Rapidez de ideias. Sempre gostei de escrever. Na infância e na adolescência, mantinha os populares diários. Hoje, tenho um blog. Melhor: temos.

No começo do ano passado, eu e duas amigas compartilhamos despretensiosamente a ideia de criar um blog. Marina, Carol e eu tínhamos certeza apenas de uma coisa: queríamos escrever, escrever e escrever. Contar, falar, conversar, discutir sobre “coisas”. Coincidentemente, somos – as três – relações-públicas, mas o blog não falaria, necessariamente, de comunicação. Falaria das nossas conversas, das rotinas, das pessoas, das experiências, das tolices, da vida, de nada, de tudo. E de comunicação também, quando tivéssemos vontade. Hoje, conversas são transformadas em posts e posts rendem ótimas conversas.

Nos encontramos para definir o formato do blog: nome, linha editorial, ferramenta de publicação, template, seções, etc. Entre muitas fugidas do assunto, cafés, muffins e umas três horas depois, desenhamos nosso querido filho aquele dia. E começamos a colocar em prática. No dia 2 de abril de 2008, estreamos. E o primeiro post já refletia a inexperiência e entusiasmo das três aspirantes a “blogueiras”.

O nome veio só depois, no dia seguinte mais especificamente. Depois de uma tempestade de sugestões, precisamos de um tempo para amadurecer e tentar achar um nome que refletisse, de cara, o que queríamos com o blog. “A Palavra Final é… Continue”. Na mosca! Afinal, nenhuma ideia é tão completa e certa que não mereça ser complementada, melhorada, detalhada ou mudada completamente. Ideias existem para serem sempre compartilhadas. Então, continue aí…

Começamos com a consciência da criança que se apresenta no balé: que leriam o blog apenas amigos, mãe, pai e olhe lá aquele tio mais próximo. Mas a internet é mesmo uma coisa louca! Não que seja muito, mas hoje computamos mais de 7 mil visualizações de usuários diferentes! São 103 posts, poucos comentários, e muita história pra ler… Para nós, algumas surpresas! Às vezes você escreve sobre um assunto sério, complexo, relevante diante da atual conjuntura sociopolítica econômica do País (ok, exagero) e acha que vai bombar! Besteira… o post mais acessado – cerca de 750 visualizações!!! – fala do personagem urbano Fofão da Paulista. Visto isso, continuaremos com a ‘estratégia’ de escrever sobre o que nos interessa para saciar nossa vontade de compartilhar sensações e vivências que nos façam sentido. E a partir daí, incrível, acha-se muita gente que se interessa pelas mesmas coisas.

Comecei o texto dizendo que ter um blog não era tão fácil; é simples, gostoso e basta ter vontade e assunto para escrever. Mas para ser bem bacana, é legal ter compromisso. Prezar pelo bom senso do conteúdo é imprescindível para a relação que você estabelece com quem lê seus relatos. Além disso, manter a periodicidade é um dos fatores mais importantes – e difíceis. É muito triste ter consciência disso, mas quando chega o dia de atualizar, você não tem tempo para escrever. É aí que você percebe que não basta ter o blog; é preciso vivê-lo. E viver qualquer coisa demanda envolvimento e dedicação. Blog-se. Comece! Vale a pena.

Mayra Martins, além de blogueira, é relações-públicas e executiva de atendimento da LVBA Comunicação. Adora conversar, dar risada e escrever.

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