Grandes questões

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Desculpa, mas eu ainda não consigo pensar em muitas outras coisas a não ser nossa viagem para o Rio de Janeiro. Mesmo com chuva, frio e nenhuma ida à praia, foi uma aventura louca. Talvez por esses mesmos motivos. Mas atribuo toda essa alegria de viver na cidade maravilhosa debaixo de muita água às companhias muitíssimo agradáveis. Afinal, meio óbvio dizer que uma ida ao RJ com muito sol, calor, praia, dinheiro sobrando, conforto de hotel e italianos, europeus e americanos maravilhosos… tenha sido boa, né?! Agora, insistir que a viagem ao RJ com tempestade o tempo inteiro, vento gelado, pouca grana, em um albergue e na companhia de uns gringos muito loucos… foi absolutamente genial não soa muito óbvio. Don’t you agree?

Yes, we know how to have fun! Não adianta. Tudo que eu contar aqui pra vocês sobre essa viagem não será fielmente interpretado, mas existe uma história que não poderia deixar de ser compartilhada. Preservarei os nomes apesar de não fazer muita diferença… É fato que brasileiros gostam de bunda. Bunda grande. Homens e mulheres já nascem desejando um belo traseiro. Seja em si, seja para si. Mulheres que exibem curvas atenuadas quando vão são mais requisitadas que as que exibem curvas superiores avantajadas quando vêm. Poderia até generalizar, pois é de conhecimento público que a paixão brasileira é o bumbum.

E os homens? Com certeza destacam-se aqueles que apresentam um bumbunzinho redondinho facilmente percebido quando vestem calça jeans. Mas para tudo nesse mundo há um limite! E sim, podemos dizer que encontramos a bunda masculina que ultrapassa os limites bundísticos, arriscaria eu dizer, de Juliana Paes. A coisa era grande. À primeira vista, foi um sustinho. Do tipo: “Devo ter percebido errado”. Mas como amigas não prestam e vão pro inferno juntas, o comentário sobre a busanfa alheia não tardou a acontecer. E foi unânime: “Jesus, apaga a luz!!!”.

Daí surgem as curiosidades acerca de algo não comumente encontrado, mesmo no Brasil, país de corpos mundialmente conhecidos como detentor de curvas ‘peligrosas’. Ok. O fato era aquele. Ninguém mais ousava discordar. Apenas incentivar as questões sobre o assunto – totalmente desnecessárias de se expor aqui. Mas restava uma pergunta que não queria calar: “Quanto ele veste? Qual o número da calça dele?”. My God.

A vida é feita de oportunidades. O sucesso é resultado de oportunidades aproveitadas. O mundo é dos espertos. Cochilou, o cachimbo cai. Camarão que dorme na praia a onda leva… E por ai vai. Acontece que um dia estávamos sozinhas no quarto do hostel fazendo nada. Conversando. E daí fodeu porque amigas conversando, se você puder evitar, cai fora enquanto é tempo! rs Por muita sorte, não só por isso, mas porque o dono daquela admirável bunda é muito gente boa, estávamos dormindo no mesmo quarto. Avistei algumas peças de roupas em cima dos beliches. Normal. (…) NORMAL NADA! VAZEMOS VER A NUMERAÇÃO DA CALÇA DELE!

Vigia a porta. Repara como estava jogada a calça para colocarmos do mesmo jeito depois. Rápido. Olha. NÃO! 50. SIM!

É isso. 50. CIN-QUEN-TA!

Aproveita e dá um look na cueca também… Ai, a gente não presta. Credo.

We are bad.

We are bad, man.

 Por May.

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  1. O que tem de simpático tem de cadeirudo este rapaz!

    E o episódio da calça foi, sem dúvida, o mais engraçado de toda a viagem. quer dizer… será que não foi o gesto da companheira de quarto??? to em dúvida agora… hahahaha

    Flá, devia ter visto ele se chacoalhando todo no samba! foi qse um créu!!! E tinha toda uma personalidade! Foi GENIAL!

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