O terceiro primeiro dia de aula

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Quem não lembra do primeiro dia de aula de qualquer coisa? Pra mim eles são tão importantes quanto o último, que dá aquela sensação boa de dever cumprido (ou perda de tempo em alguns casos).

Eu lembro de quase todos: do colégio, do curso de inglês, da natação, do treino de handball, da faculdade e do espanhol (esse é quase café-com-leite. Aconteceu na segunda-feira).

No caso do espanhol, o que vivi na segunda-feira na verdade é o terceiro primeiro dia do curso de espanhol. Estudei dois semestres do idioma (não-seqüenciais, ressalto) e há dois dias comecei um intensivo para sair do mesmo estágio que domino há 22 anos e já posso dizer que nesses dois dias entrei em contato com uma cultura que muito me atrai e, na mesma medida de identificação, com uma turma bem familiar de 15 alunos (incluindo yo). Tem a bonita, a tímida, a simpática, sabe-tudo, a que só ri, a que nunca ninguém vai lembrar o nome, o executivo pressionado pelo chefe, o gatíssimo que quer morar fora do país, o dedicado, o que você sabe que nunca vai conseguir falar o RR corretamente e, entre outros, eu, que prefiro nem saber o que pensam de mim.

O primeiro dia de aula foi quase igual a todos os outros que já vivi. Formei minha opinião sobre a professora e provavelmente ela não mudará (refiro-me à opinião… e espero que a professora também… ela é demais!), já tenho páginas de anotações no caderno que eu achava que seria provisório (até eu comprar outro mais bonito) e alguns elogios pela facilidade para ler os trabalenguas em voz alta pra toda a classe. É. Isso mesmo que você pensou. Eu sou uma CDF (humm… talvez agora eu saiba o que os 14 colegas pensam de mim).

Adoro estudar idiomas, mergulhar em uma nova cultura por meio de suas palavras, inversões de frases e, nesse caso específico, fonemas antes desconhecidos ou só empregados pra fazer graça. O próximo mês será todo assim: uma boa justificativa pra eu gastar minha língua presa e falar como qualquer cidadão da Mooca (forrrrçando bem os errrrrres). Está aí uma vantagem de ter crescido em contato direto com outra língua latina (ou qualquer dialeto paulistano bairrista derivado dela).

Prometo que quando estiver mais afiada, arrisco repassar frases internacionais. Por enquanto, dê uma olhadinha nesse trecho de filme que a professora exibiu (e nos fez cantar em voz alta) logo na primeira aula: http://br.youtube.com/watch?v=ACaWJLvD_Nc&feature=related . Não é a versão que ela exibiu, mas dá pra ter uma idéia. J

i Hasta la vista, baby!

Por Má-Mázita.

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  1. Ah, a mi me gustan las clases de idiomas también, Mary!

    En español, la palavra que más me gusta es increíble! hahahaha

    E a frase é ‘Te echo de menos’!

    =] Simpática, ne?

  2. eu só queria dizer…
    erre con erre carreta
    erre con erre carril
    erre con erre la rueda
    la rueda del ferrocarril!
    hhahahaha… eu tb sou a cdf do espanhol… pq eu nunca te vejo lá???
    bjinhos!

  3. Pingback: Quando a gente tem que escolher… « A palavra final é: continue…

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