Sabe quando a gente sente…

Padrão

 

Flerte, primeiro contato, ansiedade.

Procrastinação, nervosismo.

Ansiedade.

Respira fundo!

Mente a mil por hora, coração batendo mais rápido e mão suada.

Ansiedade.

Racional X emocional. É preciso ponderar.

Adrenalina. Como contar?

Frases desconexas.

Felicidade compartilhada é felicidade multiplicada.

Insegurança e muitas dúvidas.

Excitação com a novidade.

Respira fundo!

Sentimento de culpa – que logo passa…

Vontade de mudar.

Aspirações

Desconcentração.

Passa, tempo, passa!!

Ufa.

 

Como é difícil controlar os ânimos e a ansiedade quando se está prestes a trocar o conhecido pela ansiedade.

 

Sabe quando a gente sente que tem um ciclo se fechando? É, every new beginning comes from some other beginning’s end. E o que começou essa semana será, na próxima, o closing time de uma experiência que durou um ano e 10 meses. Tempo que, lá na frente, certeza que não representará muita coisa, mas hoje me parece algo como uma década e que me fez mudar muito.

 

Tempo esse em que conheci muita gente bacana, tive raiva de algumas outras (poucas e por pouco tempo porque simplesmente não vale a pena), dei muita risada, derramei outras tantas lágrimas, me senti inspirada e tive os momentos de maior desmotivação na minha vida até então.

 

Lugar esse que virou aquela minha chavinha de estagiária para profissional, me ensinou como fazer muita coisa e também tudo aquilo que não deve ser feito. Que tem milhares de defeitos, mas que daqui pra frente só quero pensar nas qualidades e no que ficou de bom. Que criou vínculos que iam além do espaço físico, para o bom ou para o mal, e que ensinou que em casa de ferreiro o espeto é de pau sim. Mas se o ferreiro está sem tempo pra almoçar, quem dirá pra fazer seus próprios artefatos?

 

E agora é hora de conhecer outras ferrarias por aí. Com muitas dúvidas. Muita curiosidade e expectativa. E uma certeza: quem gosta da gente e quem a gente gosta vem junto. Nas palavras, nos sorrisos, nas vozes, nas conversas de MSN, num e-mail solitário, numa conversa mais séria e – vai, me chama de piegas – no coração e na memória.

 

Eu sou receosa quanto às mudanças da vida. Por mais que elas sejam necessárias, elas assustam sim. Mas dessa vez, é um “assustado” bom. Uma ansiedade (caso você não tenha percebido lá em cima…rs) que faz parte desse momento e que joga um pouco de adrenalina nesse sangue que estava precisando. Pra mudar um pouco a rotina que estava me envelhecendo e me tornando a pessoa rabugenta que tanto andava me irritando.

 

Tem horas que a gente não sabe por onde começar a mudar tudo o que incomoda. Tem horas que o primeiro passo para a mudança cai no colo. Em outras, a gente tem que caminhar com as próprias pernas. Mas um apoio, de onde quer que venha, é sempre bem-vindo. Pra quem ajuda direta ou indiretamente, a gente é eternamente grato. E precisa demonstrar isso de alguma forma. =]

 

 

Por Carrô.

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  1. uhuuuuuuuuuuuuuuuuuu!
    fiquei arrepiada.
    e eu simplesmente não vejo outra trilha sonora que chegue perto do que essa representa, em vários momentos das nossas vidas. :)
    babyzinha, adorei as referências.
    hahahahaha
    e, sim, que tudo isso se multiplique com as novas pessoas, as legais que já passaram da fase do “muito prazer”, os extracorporativos, os MSNs, a baia, as tarefas e os objetivos cumpridos que virão. :)

    aproveitarei a deixa: pieguice por pieguice, tudo muda, mas o mais legal é estarmos sempre aqui, uma ao lado da outra.
    hahahahaha

    eba!!
    te amo!
    bjo!!!

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